Piercing no nariz, umbigo e língua quais os perigos?

É muito sério quando se trata de Piercing, seja na língua, umbigo, nariz ou em qualquer outro lugar do corpo.O mais perigoso é o piercing na língua, devido os alimentos, e também o local onde os adolescentes procuram para fazer o furo, muitos vão pelo preço. Apesar que o piercing na língua é perigoso em qualquer circunstância, se não tiver os cuidados corretos pode causar infecções graves como: endocardite bacteriana (infecção do tecido cardíaco).

Conforme mencionado acima o piercing na língua é onde há mais complicações, segundo um estudo britânico, 50% das perfurações no local causa desconforto, 24% dos casos termina em hospital, a língua é um local com vários vasos sanguíneos, por isso defende-se bem de infecções, apesar de ser o local que incha bastante, agora se as bactérias resiste e entra na corrente sanguínea, pode causar sérios riscos como endocardite bacteriana (infecção do tecido cardíaco).
A psicóloga mineira Renata Schaefer Moura passou por oito cirurgias e perdeu quase dois meses de trabalho. A razão? Um piercing na orelha esquerda. Renata teve uma pericondrite, forma agressiva de infecção da cartilagem. Pouca gente sabe, mas 15% dos jovens que utilizam o adereço procuram um serviço de saúde porque não agüentam a dor, o inchaço ou a febre. Um número equivalente relata complicações, mas não procura ajuda. Inflamação, sangramentos e infecção são os problemas mais comuns. Renata pertence ao porcentual dos que precisam ficar internados para tratamento: cerca de 1%”.
Foi criado uma Lei Estadual, numero 9.828 de 1997, essa lei proíbe a colocação de piercing em menores, mesmo com a autorização dos pais, e mesmo assim ainda encontram lugares que infringem a lei.
A advogada Milena Nunes Lemos de Melo tinha 19 anos quando colocou oito piercings em cada orelha. Meses depois, ao procurar estágio, resolveu tirá-los.os furos brotaram quinóides – cicatrizes anômalas que não param de crescer. Ela procurou o Hospital das Clínicas e iniciou um tratamento que durou três meses e incluía infiltração de cortisona. “Foi um calvário”, afirma Milena. Cinco anos depois, há só um quelóide na orelha esquerda”.









